SISTEMA POSSIBILITA TRABALHO CONJUNTO EM TEMPO REAL

Diversos

por RODRIGO VILAS BÔAS
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Embora pareça uma inovação tecnológica recente, a videoconferência existe desde os anos 70, mas está vivendo agora o seu período mais intenso de crescimento, graças ao uso de tecnologias digitais e à oferta de linhas adequadas para a sua implementação pelas companhias telefônicas.
O objetivo principal da tecnologia é colocar em contato, através de um sistema de vídeo e áudio, duas ou mais pessoas separadas geograficamente, com a utilização de webcams e microfones.

A maioria das videoconferências atuais envolve o uso de uma sala em cada localidade geográfica, dotada de uma videocâmera especial e facilidades para apresentação de documentos. Em alguns sistemas, simula-se uma reunião como se todos os participantes estivessem na mesma sala, ao redor de uma mesa.

Quando é de alta qualidade, um sistema de videoconferência utiliza linhas digitais do tipo ISDN – Integrated Services Digital Network, um sistema de conexões de telefone digital projetado para emitir voz e vídeo com uma velocidade rápida. O nome comercial do sistema depende do Estado ou da empresa.

INSTAL AÇÃO – Instalar uma videoconferência não é uma tarefa das mais complicadas, embora exija conhecimento técnico. “Antes de implantar a tecnologia, é conveniente que a empresa consulte um profissional capaz de criar um projeto que atenda às suas reais necessidades”, salienta Max Rheinschmitt, administrador de redes da Bymax.com.

Existem projetos para comunicação ponto a ponto e comunicação para até quatro pontos (a mais comum). O primeiro permite reunir até 14 pessoas em uma mesma conferência. Neste caso, pode-se dispor de dois equipamentos VSX 5000 (um para cada localidade) e duas assinaturas mensais do serviço ISDN (uma para cada localidade).

A Estado da Arte cobra R$ 20.624 pelo projeto ponto a ponto. Já o projeto para até quatro pontos sai por R$ 60.210. O preço engloba a aquisição de um equipamento VSX 7800 (para a matriz) e três VSX 5000 (um para cada filial). “O mais comum é a compra dos equipamentos e a assinatura de um serviço ISDN”, explicou Roberta Castellar, da Estado da Arte. A assinatura custa em torno de R$ 600. O sistema ainda não está acessível a todas as empresas, sobretudo as pequenas e médias.